quarta-feira, 14 de novembro de 2007

O MÉTODO EXPERIMENTAL E O PROGRESSO DO CONHECIMENTO DO HOMEM E DA NATUREZA


O experiencialismo do século XV deu um contributo importante para o conhecimento do mundo e do homem, embora os progressos tenham resultado apenas de vivências experimentadas sobretudo pelos navegadores portugueses. Faltou-lhe as fases de natureza racionalista e experimental - a identificação de hipóteses e a sua experimentação para atingir as leis - definidas apenas ao longo do século XVII, conhecidas como o método experimental. Francis Bacon (1561-1626) afirmou-se como um precursor ao escrever, em 1621, que era possível descobrir a verdade recorrendo à observação dos fenómenos e sintetizando as observações efectuadas, em vez de os explicar com base na aceitação acrítica das teses fixadas na antiguidade. Conjugando razão e experimentação, Bacon desenhou as fases do método experimental: observação dos fenómenos; análise dos dados e formulação das hipóteses que os podem explicar; repetição dos fenómenos com recurso à experimentação para testar as hipóteses; validação da(s) hipótese(s) e formulação da lei. René Descartes (1596-1651) deu o passo seguinte ao expor os princípios da sua '"dúvida metódica": não admitir qualquer coisa como verdadeira sem ter evidências nesse sentido, dividir uma dificuldade em partes até se chegar a solução, organizar o pensamento desde o mais simples ao mais complexo. Spinoza (1632-1677), na linha de Descartes, reafirmou a superioridade da Razão no sentido de o Homem conhecer Deus e o Universo, aspectos da mesma substância. W. Leibniz (1646-1716), finalmente, trouxe um importante contributo para a fundação da lógica moderna ao defender o princípio da Razão suficiente segundo o qual nada ocorre sem que exista uma razão suficiente que explique que as coisas ocorram de determinada forma e não de outra.
A consolidação do método experimental originou um significativo conjunto de descobertas científicas em diversas áreas, designadamente no conhecimento do corpo humano, bem como da física, da química, da biologia, da astronomia e do conhecimento do mundo que contribuiu para a especialização e autonomização das diversas ciências.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O OURO BRASILEIRO


Através da abordagem do documento, avalia sucintamente a dependência económica portuguesa face à Inglaterra.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

ARRANQUE INDUSTRIAL













1- Refere os sectores de arranque da Revolução Industrial e os principais inventos que lhe estão associados.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

MATRIZ DO TESTE

CONTEÚDOS:

* População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento

* A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos


APRENDIZAGENS RELEVANTES:

* Caracterizar os modelos demográficos de tipo antigo e moderno

*Reconhecer nas crises demográficas um factor de agravamento das condições do mundo rural e de perturbação da tendência de crescimento da economia europeia

* Explicar alterações estruturais, verificadas na demografia europeia a partir da segunda metade do século XVIII

* Compreender os fundamentos da organização política-social do Antigo Regime

* Reconhecer, nos comportamentos, os valores da sociedade de ordens

* Distinguir vias de mobilidade social

* Caracterizar o poder absoluto

* Caracterizar o absolutismo joanino

* Compreender a importância da afirmação de parlamentos numa Europa de estados absolutos

* Compreender a filosofia política de J. Locke


QUESTÕES/COTAÇÕES :

I- Grupo

1- 50 pontos


II – Grupo

1- 65 pontos

2- 35 pontos


III – Grupo

1- 50 pontos

ou

2- 50 pontos

domingo, 21 de outubro de 2007

MERCANTILISMO


* Enuncia os princípios doutrinários mercantilistas.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

O PARLAMENTARISMO INGLÊS

" A Inglaterra é, presentemente, o país mais livre do mundo, e não exceptuo qualquer república: livre, porque o príncipe não tem o poder de fazer qualquer mal a quem quer que seja, visto que o seu poder é controlado e restringido pela lei; mas se a Câmara Baixa se tornasse rainha, o seu poder poder seria ilimitado, porque ela teria, ao mesmo tempo, o poder executivo; em vez disso, presentemente, o poder ilimitado distribui-se entre Parlamento e o rei, que detém o poder executivo. É pois necessário que um bom inglês defenda a liberdade tanto dos atentados da Coroa como dos da Câmara (dos Comuns).
Se um homem em Inglaterra tiver inimigos como cabelos na cabeça, nada lhe acontecerá".

Montesquieu, 1729.

" 1º Que o pretendido poder de suspender as leis, pela autoridade real, sem o consentimento do Parlamento, é contrário às leis. (...) 6º Que levantar ou manter um exército no Reino em tempo de paz sem consentimento do Parlamento é contrário às leis. (...)"

Declaração dos Direitos, em Inglaterra, 1689.

Explica a importância da assinatura da Declaração de Direitos em 1689 por Guilherme de Orange.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

O ABSOLUTISMO JOANINO

D. João V


Coche

* Mostra de que forma o reinado de D. João V foi marcado pelo absolutismo