domingo, 17 de junho de 2012

EXAMES

BOA SORTE PARA OS EXAMES ...

quarta-feira, 16 de maio de 2012

TESTE

Estrutura/Cotações:

Grupo I
1- 25 pontos
2- 75 pontos

Grupo II
1- 40 pontos
2- 60 pontos


APRENDIZAGENS RELEVANTES:

• Situar no tempo e no espaço a expansão da Revolução Industrial

. Identificar os principais progressos técnicos

. Justificar a ligação ciência-técnica

. Explicitar os métodos de racionalização do trabalho
. Explicar o processo de concentração industrial e bancária

. Evidenciar a hegemonia inglesa

. Identificar a geografia industrial no século XIX

. Reconhecer as características das crises do capitalismo liberal

. Interpretar a explosão populacional do século XIX

. Justificar a expansão urbana

. Caracterizar o novo urbanismo oitocentista

. Evidenciar a unidade e diversidade da nova sociedade de classes

. Distinguir as classes burguesas quanto ao estatuto económico e os

  valores e comportamentos

. Caracterizar a condição operária
. Descrever os progressos e as limitações dos sistemas liberais no princípio do século XIX
. Descrever os processos de unificação alemã e italiana

segunda-feira, 9 de abril de 2012

RELATÓRIO

Olá !!!
Depois de umas férias que serviram para descansar e ganhar energia para a última etapa do ano....vamos ao trabalho !!!

Relembro que devem elaborar um relatório da visita de estudo, devendo o mesmo ser entregue até ao dia 19 de Abril.
O relatório escrito deve ter duas páginas A4 e letra arial tamanho 12.
Os alunos que não participaram na visita devem elaborar uma pesquisa sobre um dos seguintes monumentos: Mosteiro da Batalha; Castelo de Almourol ou Convento de Cristo de Tomar. As regras são as mesmas do relatório.

segunda-feira, 12 de março de 2012

TESTE

Estrutura:O teste terá 4 questões
1- 30 pontos
2- 70 pontos
3- 50 pontos
4- 50 pontos

Conteúdos:
* A revolução de 1820 e as dificuldades de implementação da ordem liberal (1820-34)
* O novo ordenamento político e socioeconómico (1832/34-51)
* O Estado como garante da ordem liberal
* O Romantismo, expressão da ideologia liberal

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Maria da Fonte



A revolta da Maria da Fonte eclodiu no Minho, em 1846, contra o governo de Costa Cabral. Foi uma reacção popular explosiva às Leis da Saúde, mais concretamente à lei que proibia os enterramentos nas Igrejas, às Leis das Estradas bem como aos procedimentos burocráticos que passaram a envolver a cobrança de impostos (as “papeletas da ladroeira”, como o povo lhes chamava). A rebelião chefiada por uma tal Maria da Fonte, natural de Fonte Arcada, alastrou-se por todo o Norte do país. Costa Cabral foi demitido, mas o novo governo não agradou, gerando-se outra revolta popular, no ano seguinte, a Patuleia (palavra que deriva da pata ao léu, pé descalço).

Durante a Revolução da Maria da Fonte, o maestro Ângelo Frondini compôs um hino popular conhecido por Maria da Fonte ou Hino do Minho, o qual continua a ser a música com que se saúdam os ministros portugueses, sendo utilizado em cerimónias cívicas e militares.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

TESTE

CONTEÚDOS:

A Revolução Americana, uma revolução fundadora
A Revolução Francesa – paradigma das revoluções liberais e burguesas
A Geografia dos movimentos revolucionários na primeira metade do século XIX: as vagas revolucionárias liberais e nacionais
A implantação do Liberalismo em Portugal

APRENDIZAGENS RELEVANTES:

• Explicar o carácter político do conflito entre a Inglaterra e as suas colónias da América após 1763
• Relacionar os princípios contidos na Declaração de Independência de 1776 e na Constituição de 1787 com aplicação dos ideais iluministas•
* Compreender o carácter da Rev. Francesa à luz dos ideais que a nortearam.
• Avaliar o significado das decisões tomadas pela Assembleia Constituinte de 1789.
• Caracterizar o período da Convenção e do Directório.
• Identificar as diferentes vagas revolucionárias
• Explicar os antecedentes da implantação do Liberalismo em Portugal
• Analisar a acção do vintismo

Estrutura:
1ª - 40 pontos
2ª - 60 pontos
3ª - 60 pontos
4ª - 20 pontos
5ª - 20 pontos

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Revolução Liberal Portuguesa de 1820

A ERA NAPOLEÓNICA



Napoleão Bonaparte esteve no poder da França durante 15 anos e nesse tempo conquistou grande parte da Europa.. Para os biógrafos, seu sucesso se deu devido a sua grande capacidade como estratega, ao seu espírito de liderança e ao seu talento para empolgar os soldados com promessas de riqueza e glória após vencidas as batalhas.

* Era Napoleónica

Os processos revolucionários provocaram certa tensão na França, de um lado estava a burguesia insatisfeita com os jacobinos, formados por monarquistas e revolucionários radicais, e do outro lado as monarquias européias, que temiam que os ideais revolucionários franceses se propagassem por seus reinos.

Foi derrubado na França, sob o comando de Napoleão, o governo do Diretório. Junto com a burguesia, Napoleão estableceu o consulado, primeira fase do seu governo. Este golpe ficou conhecido como 'Golpe 18 de Brumário' em 1799. O Golpe 18 de Brumário, marca o início de um novo período na história francesa, e conseqüentemente, da Europa: a Era Napoleônica.


Seu governo pode ser dividido em três partes:
Consulado (1799-1804)
Império (1804-1814)
Governo dos Cem Dias (1815)

* Consulado

O governo do consulado foi instalado depois da queda do Diretório. O consulado possuía caráter republicano e militar. No poder Executivo, três pessoas eram responsáveis: dois cônsules e o próprio Napoleão. Apesar da presença de outros dois cônsules, quem mais dispunha de influência e poder era o próprio Napoleão, que foi eleito primeiro-cônsul da República.

No consulado, a burguesia detinha o poder e assim, foi consolidada com o grupo central da França. A forte censura à imprensa, a ação violenta dos órgãos policiais e o desmanche da oposição ao governo colocaram em questão os ideais de “liberdade, igualdade e fraternidade” características da Revolução Francesa.

Entre os feitos de Napoleão (na época), podemos citar:
Economia – Criação do Banco da França, em 1800, controlando a emissão de moeda e a inflação; criação de tarifas protecionistas, fortalecendo a economia nacional.
Religião – Elaboração da Concordata entre a Igreja Católica e o Estado, o qual dava o direito do governo francês de confiscar as propriedades da Igreja, e em troca, o governo teria de amparar o clero.
Direito – Criação do Código Napoleônico, representando em grande parte os interesses dos burgueses, como casamento civil (separado do religioso), respeito à propriedade privada, direito à liberdade individual e igualdade de todos perante à lei, etc.
Educação – Reorganização e prioridades para a educação e formação do cidadão francês.

Os resultados obtidos neste período do governo de Napoleão agradaram à elite francesa. Com o apoio destas, Napoleão foi elevado ao nível de cônsul vitalício, em 1802.

* Império

Em plebiscito realizado em 1804, a nova fase da era napoleônica foi aprovada com quase 60% dos votos, e o regime monárquico foi reestabelecido na França, Napoleão foi indicado para ocupar o trono.
Nesse período, podemos destacar o grande número de batalhas de Napoleão para a conquista de novos territórios para a França. O exército francês tornou-se o mais poderoso de toda a Europa.

O principal e mais poderoso inimigo francês, na época, era a Inglaterra. Os ingleses se opunham a expansão francesa, e vendo a força do exército francês, formaram alianças com Áustria, Rússia e Prússia.
Embora o governo francês dispusesse do melhor exército da Europa, a Inglaterra era a maior potência naval da época, o que dificultou a derrota dos ingleses. Em virtude disso, Napoleão Bonaparte pensou em outra forma de derrotar os ingleses economicamente. Ele estabeleceu o Bloqueio Continental, que determinava que todos os países europeus deveriam fechar seus portos para o comércio com a Inglaterra, enfraquecendo assim, as exportações do país e causando uma crise industrial.

A Inglaterra na época, era o maior parceiro comercial de Portugal. Portugal vendia produtos agrícolas e a Inglaterra, produtos manufaturados. Vendo que não poderia parar de negociar com os ingleses, e temendo a invasão dos franceses, D.João VI junto com sua família e os nobres portugueses fugiram para o Brasil, transferindo quase todo o aparelho estatal para a colônia.

A Rússia também descumpriu o Bloqueio Continental e comercializou com a Inglaterra. Napoleão e seus homem marcharam contra a Rússia, mas foram praticamente vencidos pelo imenso território russo e principalmente, pelo rigoroso inverno. Além disso haviam conspirações de um golpe na França, o que fez Napoleão voltar rapidamente para controlar a situação.
Após esses fatos temos a luta da coligação européia contra a França. Com a capitulação de Paris, o imperador foi obrigado a abdicar.

* Governo dos Cem Dias

Com a derrota para as forças da coligação européia, Napoleão foi exilado na Ilha de Elba, no Tratado de Fontainebleau, porém fogiu no ano seguinte. Com um exército, entrou na França e reconquistou o poder. Passou a atacar a Bélgica, mas foi derrotado pela segunda vez na Batalha de Waterloo. Assim, Napoleão foi preso e exilado pela segunda vez, porém para a Ilha de Santa Helena, em 1815. Napoleão morreu em 1821 não se sabe, na verdade, o motivo mas supeita-se de envenenamento.

QUESTÃO:

Refere as principais medidas tomadas no periodo napoleónico

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

domingo, 27 de novembro de 2011

TESTE

CONTEÚDOS:
Unidade 3 -Triunfo dos Estados e Dinâmicas Económicas nos séculos XVII
Portugal - O Projeto Pombalino de Inspiração Iluminista

APRENDIZAGENS RELEVANTES:
• Identificar princípios mercantilistas
• Reconhecer nas práticas mercantilistas modos de afirmação das economias nacionais
• Distinguir mercantilismo inglês e francês
• Identificar áreas coloniais disputadas pelos estados atlânticos
• Relacionar as tensões internacionais com o protecionismo económico
• Compreender condicionalismos da hegemonia britânica
• Relacionar a crise comercial de 1670-92 com a adopção demedidas mercantilistas
• Avaliar a dependência económica portuguesa face à Inglaterra
• Compreender a prosperidade comercial portuguesa de finais do século XVII
. Interpretar a política económica pombalina
• Reconhecer no projecto pombalino a influência iluminista e as tentativas de modernização política e cultural de Portugal

O teste terá 5 questões
1- 50 pontos
2- 30 pontos
3- 30 pontos
4- 30 pontos
5- 60 pontos

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

HEGEMONIA ECONÓMICA BRITÂNICA

Condições de Sucesso:

Progressos agrícolas:
Agricultura como sector chave na economia
Nova teoria económica:Fisiocratismo
Processo de renovação tão profunda que leva a uma “revolução agrícola”
Resolver o esgotamento de solos
Nova agricultura aperfeiçoou um o sistema de rotação de culturas
Perfeita articulação entre a agricultura e a criação de gado
Sistema de “enclosures” (vedação dos campos)
»»»
Aumento de produtividade


Crescimento demográfico e a urbanização:

Aumento significativo devido ao desenvolvimento económico »»»
• Criação de postos de trabalho
• Taxa de nupcialidade
• Número de nascimentos
Acentuada migração para centros urbanos
Ligações de regiões do interior e cidades portuárias.


Criação de um mercado nacional e unificado:

Produtos e mão-de-obra circulavam livremente
Melhoramento dos transportes (diminuir os custos de circulação)
Construções de canais e ampliar redes de estradas
Ligação de regiões interior e cidades portuárias


Sistema Financeiro:

Primeira bolsa de valores funciona em Londres
* Factor de prosperidade económica
Permitiu canalizar as poupanças particulares para o financiamento de empresas, alargando assim o mercado de capitais.
Reforço do sistema financeiro.
Banco de Inglaterra:
• Operações necessárias ao grande comércio
• Emitir notas


Alargamento do mercado externo:

® Atlântico
Mais de metade da frota britânica singrava para as Américas.
Comércio triangular
Avultados lucros
Procura de mão-de-obra
negra incrementou o TRÁFICO NEGREIRO

® Europa
Produtos ingleses impunham-se no continente
Excelente qualidade e baixo preço
Redução de tarifas
Avalancha de têxteis e ferragens. Invadiu a França
Inglaterra retirava dividendos da América e Ásia

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

FONTES E DOCUMENTOS HISTÓRICOS

A História (no geral) e a História das Artes usam fontes. Os seus conhecimentos assentam, pois, em informações que são recolhidas nas fontes históricas.

As fontes históricas dividem-se em documentais e não documentais.

As não documentais são vestígios do passado deixados pelo homem e pela natureza de forma involuntária (ossadas, pegadas de dinossaurio, etc.).

As documentais (ou documentos históricos) foram deixadas voluntariamente pelo homem e dividem-se em documentos escritos e não escritos (ou iconográficos).
Os documentos escritos podem ser manuscritos (cartas, livros antigos escitos à mão, etc.), gravados (na pedra, barro, etc.) ou impressos em papel (livros, jornais, etc.).

Os documentos não escritos ou iconográficos são de diversa índole: pintura, desenho, escultura, estátuas e baixos-relevos, edifícios, armas, roupas, tapetes, vasos, etc., etc.
Existem documentos históricos mistos que são aqueles que conjugam escrita com iconografia. Exemplos: inscricões em lápides funerárias, moedas e medalhas, etc.

Os documentos históricos devem ainda ser divididos em coevos e não coevos.
Os documentos coevos são aqueles que pertencem à própria época que estudamos, foram produzidos pelos homens que lideraram ou viveram os acontecimentos. Com são uma fonte directa dos acontecimentos, os documentos coevos são os mais importantes no estudo da História e da História da Arte. Por exemplo: no estudo do Império Napoleónico, um documento coevo pode ser uma carta escrita por Napoleão a um dos seus generais.
Os documentos não coevos são aquele que foram produzidos em épocas posteriores aos acontecimentos estudados, mas que também nos dão informações úteis, embora já tardias e indirectas. Estes documentos exigem um maior cuidado no seu tratamento. Por exemplo: no estudo sobre o Rei Luís XIV, um documento não coevo pode ser um relato escrito por um dos seus netos sobre o seu avô.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

TESTE


Conteúdos:

* População da Europa nos séculos XVII e XVIII: crises e crescimento

* A Europa dos Estados absolutos e a Europa dos parlamentos


APRENDIZAGENS RELEVANTES:

* Caracterizar os modelos demográficos de tipo antigo e moderno

*Reconhecer nas crises demográficas um factor de agravamento das condições do mundo rural e de perturbação da tendência de crescimento da economia europeia

* Explicar alterações estruturais, verificadas na demografia europeia a partir da segunda metade do século XVIII

* Compreender os fundamentos da organização política-social do Antigo Regime

* Reconhecer, nos comportamentos, os valores da sociedade de ordens

* Distinguir vias de mobilidade social

* Caracterizar o poder absoluto

* Caracterizar o absolutismo joanino

* Compreender a importância da afirmação de parlamentos numa Europa de estados absolutos

* Compreender a filosofia política de J. Locke

I- Grupo

1- 50 pontos


II – Grupo

1- 65 pontos

2- 35 pontos


III – Grupo

1- 25 pontos

2- 25 pontos

terça-feira, 4 de outubro de 2011

ABSOLUTISMO RÉGIO

O Absolutismo Régio como garante de hierarquia social


Desde a Idade Média que o poder real se identifica com o poder supremo, próximo
de Deus e por ele legitimado. Quando, nos século XVII e XVIII, o poder real atingiu o auge da sua força, este suporte teórico criado por teólogos e tratadistas manteve-se. Assim, segundo Bossuet (que procurou legitimar o estilo de governação de Luís XIV), o poder real conjuga quatro características básicas:

*é sagrado, porque provém de Deus que o conferiu aos reis para estes o exerçam em seu nome;

*é paternal, por ser este o poder mais conforme com a natureza humana e, por isso, o rei deve satisfazer as necessidades do seu povo, proteger os fracos e governar brandamente;

*é absoluto, o que significa independente;

*está submetido à razão, isto é, à sabedoria.

E como se concretiza na prática o poder absoluto do rei?

1. O rei absoluto concentra, em si, toda a autoridade do Estado: ele legisla, ele julga, ele executa. Não tem outros limites que os da sua consciência e tomou o lugar do Estado, com o qual se identifica. Assim, os monarcas absolutos dispensam o auxílio das outras forças políticas – as Cortes deixam de se reunir.

2. Outra concretização do poder absoluto do rei foi a transformação da corte no
espelho do poder – Versalhes é o paradigma da corte real, daí que a vida neste espaço fosse, quotidianamente, uma encenação do poder e da grandeza do rei. A grandeza espelha-se na riqueza do vestuário, no cerimonial rígido que define o lugar hierárquico de cada um e culmina no endeusamento da pessoa real.

3. A monarquia absoluta situa-se numa posição ambígua relativamente às classes privilegiadas: por um lado, deve dominá-las, por outro deve assegurar-lhes a existência, pois, sem elas, a própria monarquia deixa de fazer sentido. Assim, o rei torna-se no garante da ordem social estabelecida.

Por outro lado, a política centralizadora do absolutismo obrigou à reestruturação do aparelho do Estado, de forma a tornar efectivo o poder real. No que respeita à administração central, assistiu-se à repartição e especificação das estruturas de Estado e ao reforço de toda a estrutura administrativa. Desta forma, o Estado absoluto criou uma burocracia própria que, embora com tendência para se tornar uma estrutura pesada e morosa, constituiu um elo de ligação imprescindível entre os centros de decisão e as diversas localidades. Outro instrumento do poder absoluto foi o aumento da fiscalidade régia. Só assim foi possível sustentar o fausto da corte, as guerras e a complexidade crescente da máquina administrativa – à custa, essencialmente, dos camponeses, o que foi a causa de boa parte das revoltas populares que marcaram a primeira metade do século XVIII.

domingo, 18 de setembro de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

FOTOS DA VISITA DE ESTUDO

Passeio no rio Douro

Na Sé do Porto


Muralha Fernandina


Caves Croft


quinta-feira, 2 de junho de 2011

VISITA DE ESTUDO

10º ano, turmas: D e E

DATA: 7 de Junho de 2011

Organização: José Sidónio

OBJECTIVOS:

. Sensibilizar os alunos para a preservação do património histórico- cultural.
. Reconhecer na arte uma necessidade do homem de todos os tempos.
. Estabelecer a ligação entre a herança cultural do passado com o presente.
. Motivar os alunos para conteúdos a leccionar e consolidar outros já adquiridos.
. Desenvolver a sensibilidade estética e a criatividade. .
. Desenvolver o espírito crítico.
. Avaliar a importância do museu e monumentos no processo de ensino- aprendisagem.
. Fomentar o convívio e as relações interpessoais professores/alunos e alunos/alunos.

Itinerário:

8h 30m _____Mangualde

10h 15m – Chegada ao Porto
10h 30m – Passeio de barco no rio Douro “ as seis pontes”.
11h 30m – Visita às Caves Croft

12h 30m – Almoço

14h 30m – Inicio da visita ao Porto Medieval (da Sé à Ribeira)
16h – Visita à Igreja S. Francisco e Museu
17h – Visita à Torre dos Clérigos

20h – Chegada prevista a Mangualde