RESPOSTAS DO TESTE / ASPECTOS ESSENCIAS
Grupo 1
1- O crescimento económico do Japão após a Segunda Guerra Mundial. A alta taxa de crescimento (superior a 10%, na década de 60) evidenciada pelo gráfico. O Japão, terceira potência económica mundial.
Os factores do êxito japonês: ajuda inicial dos EUA; factores políticos (estabilidade, actuação do governo, grande investimento); factores económicos ( grande dinamismo na indústria pesada e dos bens duradouros, crescimento do comércio externo, grande aposta na tecnologia); factor humano e organizacional mentalidade dos empresários e dos trabalhadores nipónicos, grande crescimento populacional, sistema de ensino competitivo, lealdade dos funcionários).
2- O mapa mostra a linha que divide as duas zonas de influência na Europa, a comunista, de influência soviética, e a capitalista, de influência americana. A primeira engloba os países satélites da URSS, a «cortina de ferro», como lhe chamou Churchill (RDA, Polónia, Checoslováquia, Hungria, Roménia e Bulgária; a Jugoslávia, embora comunista, afastou-se); a segunda, os países ocidentais como a Itália, a Áustria, a RFA, etc. Há ainda países que, mais tarde, vieram a afirmar-se pró-ocidentais (Portugal, Espanha e Turquia), ainda não vinculados em 1945.
3- Interpretação das fontes
Mapa e caricatura
Diferenças ideológicas
Os dois blocos - o comunista e o capitalista - apresentam diferenças ideológicas claras. O primeiro assenta no regime de partido único e no centralismo democrático, na colectivização e planificação da economia, na repressão das liberdades individuais e na procura de uma sociedade sem classes; o segundo baseia-se no regime representativo, na economia de mercado (propriedade privada e livre iniciativa}, na garantia das liberdades individuais e na sociedade de classes.
Origens da Guerra Fria
A tensão entre os blocos surgiu com a instalação, nos países de Leste, de regimes pró-soviéticos, o que levou Churchill a apelidá-los de «cortina de ferro". Os americanos responderam com a doutrina Truman para conter esse expansionismo, seguida do Plano Marshall; os soviéticos acusaram os americanos de quererem dominar o mundo e apelaram ao movimento comunista para resistir a este processo. O bloqueio a Berlim (1948/49) pêlos soviéticos e a criação da NATO por influência dos americanos, a que os russos responderam com o Pacto de Varsóvia, finalizou esta primeira fase da Guerra Fria.
Nova ordem económica
As novas regras da economia internacional foram definidas em Bretton Woods, onde foi estabelecido um novo sistema monetário baseado na fixação da paridade das moedas em relação ao padrão-ouro (ou em dólares), impedindo a livre manipulação do valor da moeda; foi criado o Fundo Monetário Internacional para garantir a estabilidade do sistema monetário; foi criado o BIRD para ajuda à reconstrução das economias devastadas pela guerra; e decidida a criação de uma organização com o objectivo de reduzir obstáculos à livre circulação de mercadorias, o que conduziu ao GATT e à OMC.
Grupo 2
1-Em 1950, Jean Monnet está preocupado com os "impasses" em que o mundo continua envolvido cinco anos após o fim de mais um conflito em que a Europa voltou a ser a principal vítima. Considera muitos e complicados os problemas que dificultam o estabelecimento da paz: é o quadro de Guerra Fria que parece conduzir o mundo para um terceiro conflito à escala mundial; é o complicado problema da divisão administrativa da Alemanha, cada vez mais o símbolo da confrontação entre os dois blocos; são as dificuldades da recuperação da França; é o problema da reorganização geopolítica da Europa, em geral, e da França, em particular.
2- A formação de uma comunidade económica no Ocidente europeu, nos anos 50 do século XX, constitui, em termos gerais e como sugere o seu mentor, mais uma manifestação de afirmação de novas potências num quadro internacional de dúvidas sobre a bipolarização do mundo. Mais concretamente, num primeiro momento, deve ser entendida como uma condição para a efectiva reconstrução da Europa, pela sua integração estratégica no bloco ocidental, na conjuntura de Guerra Fria que se seguiu às conferências de paz. Já nos anos 50, a cooperação económica dos países europeus deve ser entendida como a afirmação da Europa ocidental como entidade económica e política capaz de fazer frente ao expansionismo americano e à afirmação da URSS, a "força de equilíbrio" que refere Jean Monnet.
Assim, na sua génese, as primeiras vontades de união europeia acalentadas por economistas e financeiros como o autor do documento resultaram da necessidade de a Europa se entender na inventariação de necessidades e na administração das ajudas financeiras proporcionadas no âmbito do Plano Marshall Paralelamente ao apoio económico, interessava aos EUA a constituição na Europa de uma poderosa área de influência ideológico-política como forma de afrontar a expansão soviética a leste.
É nesta conjuntura de apoio à recuperação económica segundo o modelo capitalista que se formou, em 1950, a OECE, uma Organização Europeia para a Cooperação Económica, cujo grande objectivo deixava já transparecer claras preocupações dos países membros em afirmar o Ocidente na cena internacional.
É, todavia, em 1951 que se concretiza o primeiro grande passo para a união económica dos países da Europa ocidental. Por proposta de Jean Monnet, concretiza-se a Doutrina Schuman que preconizava a cooperação da França e da Alemanha na produção de carvão e de aço e, com a adesão também da Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo, é criada a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço - CECA, com objectivos de organizarem em comum não só a gestão dos recursos de carvão e ferro, mas também contribuir para a elevação do nível de vida das populações dos estados-membros.
Em Março de 1957, o sucesso económico da CECA, ao lado da fragilidade revelada pela Europa ocidental em questões de política internacional, motivaram a celebração do Tratado de Roma com o objectivo de alargar e aprofundar o mercado comum, pela união aduaneira dos estados-membros, tendo em vista o desenvolvimento coordenado das suas actividades económicas; a livre circulação de pessoas, mercadorias, capitais e serviços, bem como a livre prestação de serviços; a progressiva superação de eventuais divergências em questões de transportes, produção agrícola e energética; e, a longo prazo, uma união cada vez mais estreita dos povos europeus. Ficava instituída a Comunidade Económica Europeia.
Para gerir mais eficazmente as questões ligadas à produção energética, foi ainda criada a EURATOM, a Comissão Europeia de Energia Atómica.
Esta é que é a verdadeira Europa para Jean Monnet, quando considera que "a Europa nunca existiu".
Nunca existiu porque a velha Europa não passava de um conjunto de estados, uma "adição de soberanias" incapazes de se constituírem como uma única entidade, como deixa transparecer a facilidade com que os excessos dos nacionalismos originaram a sua autodestruição por duas vezes, num curto espaço de 30 anos. Para Jean Monnet, a união económica dos estados europeus torna-se ainda mais premente numa altura em que os Estados Unidos se afirmam como potência hegemónica. A Europa "livre" deve integrar-se na esfera política americana, mas deve deixar bem vincado que os países europeus "não se abandonam à facilidade, que não cedem ao medo e que acreditam em si mesmos".
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
Conteúdos para o teste
Portugal e o Mundo da Segunda Guerra Mundial ao início da década de 80 – opções internas e contexto internacional
1. Nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
1.1. A reconstrução do pós-guerra
1.1.1-A definição das áreas de influência
1.1.2- A organização das Nações Unidas
1.1.3- As novas regras da economia internacional
1.1.4- A primeira vaga de descolonizações
1.2. O tempo da Guerra Fria – a consolidação de um mundo bipolar
1.2.1- O mundo capitalista
1.2.2- O mundo comunista
1.2.3- A escalada armamentista e o início da era espacial.
1.3. A afirmação de novas potências
1.3.1. O rápido crescimento do Japão
1.3.2. O afastamento da China do Bloco Soviética
1.3. 3. A ascensão da Europa
1.3.4. A segunda vaga de descolonizações. A política de não-alinhamento
1.4- O termo de prosperidade económica: origens e efeitos
Portugal e o Mundo da Segunda Guerra Mundial ao início da década de 80 – opções internas e contexto internacional
1. Nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
1.1. A reconstrução do pós-guerra
1.1.1-A definição das áreas de influência
1.1.2- A organização das Nações Unidas
1.1.3- As novas regras da economia internacional
1.1.4- A primeira vaga de descolonizações
1.2. O tempo da Guerra Fria – a consolidação de um mundo bipolar
1.2.1- O mundo capitalista
1.2.2- O mundo comunista
1.2.3- A escalada armamentista e o início da era espacial.
1.3. A afirmação de novas potências
1.3.1. O rápido crescimento do Japão
1.3.2. O afastamento da China do Bloco Soviética
1.3. 3. A ascensão da Europa
1.3.4. A segunda vaga de descolonizações. A política de não-alinhamento
1.4- O termo de prosperidade económica: origens e efeitos
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
FRENTES DA GUERRA FRIA: 1946-1962
Conflito nitidamente psicológico e acusativo entre os dois blocos de nações um liderado pela União Soviética e outro pelos Estados Unidos. Nunca se deu um confronto, aberto, directo propriamente dito entre estas duas potências, sobretudo devido ao mútuo receio de se desencadear uma guerra nuclear. Este traduziu-se, fundamentalmente, por uma disputa económica e diplomática; no terreno, apenas indirectamente em conflitos regionais. Interesses divergentes conduziram a um clima de mútua suspeição enraizado numa intensa rivalidade ideológica. Contudo, e por incrível que pareça, a Guerra Fria assegurou a paz na Europa durante cerca de 50 anos. Na origem deste conflito aparente está a tomada do poder na Rússia pelos comunistas em 1917, que subsequentemente criaram a União Soviética. A Inglaterra, a Alemanha, o Japão e os Estados Unidos, que intervieram na guerra civil russa, viam com alguma desconfiança e temor a instalação deste regime comunista. Apesar de alguns países não reconhecerem oficialmente a União Soviética, esta manteve-se imperturbável até à Segunda Guerra Mundial. As circunstâncias deste conflito mundial levaram a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas a juntar-se aos Aliados na luta contra um inimigo comum: a Alemanha nazi. No entanto, esta guerra serviu também para estender o poderio soviético, beneficiando da fraqueza de uma Europa, que perdia definitivamente o seu lugar no quadro estratégico mundial. Em 1944-1945 o líder soviético Josef Estaline usou o Exército Vermelho para subjugar a Europa de Leste, sob o pretexto de garantir a sua segurança. O presidente norte-americano, Harry S. Truman, para responder a esta ofensiva russa, pôs em prática uma política para reunir a Europa sob a sua liderança. A falta de confiança fez quebrar os compromissos assumidos durante a guerra. Estaline, por um lado, não cumpriu a promessa de fazer eleições livres na Europa de Leste, e Truman, por sua vez, não concedeu o auxílio prometido à reconstrução da União Soviética no período do pós-guerra. A tensão aumentou em 1946 quando Estaline proferiu um discurso interpretado pelos norte-americanos como uma declaração de guerra ideológica ao Ocidente. No ano seguinte os americanos puseram em prática a "Doutrina Truman", que pretendia enviar auxílio para as forças anticomunistas na Grécia e na Turquia. Nesse ano, o jornalista Walter Lippmann celebrizou o termo "Guerra Fria", num livro com o mesmo nome. Entretanto, no Congresso americano, o senador Joseph R. McCarthy era incumbido dos inquéritos para averiguar as actividades pró-soviéticas dos cidadãos norte-americanos. As investigações sobre as alegadas actividades pró-soviéticas atingiram tal dimensão que esse período ficaria conhecido como da "caça às bruxas". O período macartista foi igualmente caracterizado pelo "Plano Marshall" de 1948, um programa americano de ajuda à reconstrução da Europa Central e Ocidental. Estaline contra-atacou com a instalação de governos comunistas por toda a Europa de Leste. Em 1948 (1948-1949) a crise de relacionamento atingiu níveis preocupantes quando o dirigente soviético resolveu também bloquear os sectores ocidentais de Berlim, salvos com a ajuda Ocidental através de uma ponte aérea que ficou célebre. A partir de então, a rivalidade assumiu-se claramente ao nível militar. Em 1949 as potências ocidentais uniram-se para formar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN/ NATO). As tensões intensificaram-se em 1949, quando os soviéticos ensaiaram a primeira bomba atómica; paralelamente, os maoístas comunistas tomaram a China. Estes dois países assinaram uma aliança estratégica em 1950. Entretanto, os Estados Unidos favoreciam o desenvolvimento do Japão para fazer face à Ásia comunista. Quando a Coreia do Norte, comunista, invadiu a Coreia do Sul, em 1950, precipitando a Guerra da Coreia (1950-1953), Truman fez intervir os Estados Unidos sob os auspícios das Nações Unidas. Era claro que o bloco comunista apoiava o invasor. Com a morte de Estaline, em 1953, o clima de tensão aliviou-se, mas em 1955 o bloco soviético formou o Pacto de Varsóvia. A Alemanha, por sua vez, entrava na NATO. Os países que não se posicionavam junto de um destes blocos, os não-alinhados, recusavam, como podiam, o poder das grandes potências mundiais. O clima de tensão intensificou-se nos anos 50 quando os dois blocos começaram a desenvolver mísseis balísticos intercontinentais e procuraram aumentar a sua rede de influência na África, na Ásia, na América Latina e no Médio Oriente. A União Soviética instigou a construção em 1961 do muro de Berlim para proteger a Alemanha comunista da Alemanha ocidental. Uma grave crise rebentou em 1962 quando os soviéticos colocaram mísseis em Cuba. O presidente americano John F. Kennedy ameaçou retaliar, e o conflito só foi sanado depois do compromisso dos comunistas retirarem o arsenal nuclear se os americanos não atacassem Cuba. Os soviéticos ficaram, por outro lado, enfraquecidos com a quebra das relações com a China e com a Primavera de Praga na Checoslováquia; e os protestos de outros governos satélites, como na Hungria. Os americanos, por seu turno, envolveram-se na desastrosa guerra do Vietname, que lhes custou 55 mil homens, e não devolveu o Vietname Sul ao seu bloco (pró-ocidental). Nos anos 70 as duas potências acordaram manter uma política de coexistência pacífica. A invasão soviética do Afeganistão em 1980 saldou-se num desastre, como fora a Guerra do Vietname para os americanos, dado que não atingiram nenhum dos objectivos inicialmente propostos e confrontaram-se com pesadas baixas e cenários de guerra adversos. O contra-ataque americano foi a intensificação da luta anticomunista, nomeadamente na Polónia, apoiada numa exacerbada preocupação com o armamento e a defesa sob a presidência de Ronald Reagan, com o lançamento do plano de defesa estratégico conhecido como "Guerra das Estrelas". Rapidamente as duas potências concordaram que despendiam avultadas somas de dinheiro com a política de armamento. Em 1985 Mikhail Gorbachev, o líder da nova geração soviética, chegou ao poder na União Soviética, inaugurando um conjunto de políticas reformistas (Glasnost, transparência, e Perestroika, transformação). Estas políticas aliviaram as tensões mas provocaram o desmembramento do bloco, com a União Soviética a não resistir aos movimentos ocidentais anticomunistas. A queda do muro de Berlim em 1989, a assinatura o tratado entre as quatro potências vitoriosas da Segunda Guerra Mundial, a 12 de Setembro de 1990, que permitiu a reunificação alemã, e o apoio da Rússia na Guerra do Golfo (1990-1991) marcaram o fim da Guerra Fria. O presidente norte-americano George Bush chamou a atenção para "uma nova ordem mundial", que deveria substituir a rivalidade entre as superpotências. A Guerra Fria poderia ter terminado mas o mundo debatia-se com constantes tensões, que não provinham necessariamente da velha rivalidade entre a ex-União Soviética e os Estados Unidos.
* Refere as principais alianças e conflitos registados durante o período da Guerra Fria
* Refere as principais alianças e conflitos registados durante o período da Guerra Fria
GUERRA FRIA
Depois da Segunda Guerra Mundial, a Europa Ocidental, devastada e sem as colónias, deixou de estar em condições de desempenhar o seu papel secular de potência mundial. Este papel foi então assumido por dois novos protagonistas, os Estados Unidos da América e a URSS, cada um constituindo em seu torno um bloco de protegidos e aliados. Os americanos estenderam o seu modelo político e económico à Europa Ocidental e a países asiáticos como o Japão, os soviéticos passaram a dominar a Europa de Leste e certas nações asiáticas. Num caso como noutro, este movimento fez-se acompanhar de alianças militares da maior importância, que se concretizaram, nomeadamente, na criação da NATO e do Pacto de Varsóvia. Constituíram-se assim dois pólos de influência e dois sistemas irreconciliáveis. Pode talvez dizer-se que a Guerra Fria teve início entre os anos de 1947 e 1948, quando os Estados Unidos se dispuseram a apoiar a recuperação económica da Europa através do Plano Marshall. Era uma forma de travar a influência soviética no Velho Continente. Nos anos seguintes assistir-se-ia ao acumular de sinais que indicavam este antagonismo. A NATO é constituída em 1949. Nesse mesmo ano, a União Soviética declara possuir a bomba atómica e tem início a Guerra da Coreia, um confronto em que está claramente em disputa a supremacia entre os dois blocos. Em 1955 é assinado o Pacto de Varsóvia, que cria uma organização, simétrica da NATO, vocacionada para a cooperação militar entre a União Soviética e outros países de regime comunista. O momento de maior tensão da Guerra Fria deu-se em 1962, quando um confronto directo entre as duas superpotências foi evitado por pouco. Numa posição de força, a União Soviética instalou mísseis em Cuba, mas viu-se na necessidade de os retirar. O episódio mostrou que os dois blocos não estavam preparados para um conflito directo. Ficou ainda a evidência de que, se tal acontecesse, não haveria vencedor. A partir dos anos 70 assistiu-se a um abrandamento de tensões, com sucessivos encontros diplomáticos entre altos responsáveis dos dois blocos e mesmo a assinatura de acordos de contenção e desmantelamento de armamento. O sistema bipolar da Guerra Fria terminou definitivamente com as reformas políticas e económicas levadas a cabo na União Soviética pelo presidente Mikhail Gorbachev, reformas que ficaram conhecidas com o nome de Perestroika.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
A PRIMEIRA VAGA DE DESCOLONIZAÇÕES
• O processo de descolonização pós-Segunda Guerra Mundial inicia-se no
continente asiático.
• No Médio Oriente: Síria, Líbano, Jordânia e a Palestina (1948 nasce da guerra o
Estado de Israel).
• Índia (colónia inglesa) dividida em dois Estados: a União Indiana (maioria
hindu) e o Paquistão (maioria muçulmana).
• Ceilão, Birmânia e Malásia reclamam também a sua independência.
• A Holanda e a França São também forçados a abrir mão dos seus territórios.
• A descolonização estende-se da Ásia para África do Norte (nos anos 60).
Na segunda metade do século XX o mapa das nações alterou-se e impôs-se o princípio da igualdade entre todos os povos do Mundo
* Relaciona a 2ª Guerra Mundial com o início do movimento de descolonização
continente asiático.
• No Médio Oriente: Síria, Líbano, Jordânia e a Palestina (1948 nasce da guerra o
Estado de Israel).
• Índia (colónia inglesa) dividida em dois Estados: a União Indiana (maioria
hindu) e o Paquistão (maioria muçulmana).
• Ceilão, Birmânia e Malásia reclamam também a sua independência.
• A Holanda e a França São também forçados a abrir mão dos seus territórios.
• A descolonização estende-se da Ásia para África do Norte (nos anos 60).
Na segunda metade do século XX o mapa das nações alterou-se e impôs-se o princípio da igualdade entre todos os povos do Mundo
* Relaciona a 2ª Guerra Mundial com o início do movimento de descolonização
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
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