1- Avaliar a importância da Igreja Católica na transmissão do legado cultural clássico.
2- Caracterizar sucintamente a diversidade politica da Europa Ocidental entre os séculos XI e XIII.
3- Explicar as razões que levaram à formação dos senhorios medievais.
4- Explicitar as vantagens que a burguesia alcançava com a constituição de comunas.
5- Relacionar as inovações técnicas com a expansão agrária e o crescimento demográfico na Idade Média.
6- Caracterizar o mundo islâmico medieval do ponto de vista político-cultural.
7- Compreender de forma genérica o renascimento do comércio e da economia monetária nos séculos XI-XIII
8- Caracterizar demograficamente o século XIV.
9- Definir Reconquista
10- Evidenciar os principais momentos da construção de Portugal como reino independente.
11- Distinguir os tipos de senhorios existentes em Portugal.
12- Caracterizar o modo como se exercia o poder nesses senhorios.
13- Analisar as marcas de urbanidade no Portugal medieval (o espaço citadino, os concelhos, as elites concelhias).
14- Definir monarquia feudal.
15- Evidenciar a superioridade da função régia em Portugal.
Sites:
http://agvieiraleiria.ccems.pt/historia/web/06.07/docs/2per/10b/13fev.pdf
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O PAÍS RURAL E SENHORIAL
A origem e evolução da maioria das famílias nobres portuguesas na Idade Média, estão relacionadas com a emigração de além-fronteiras (Leão, Castela, França, Norte da Europa) e a promoção social como recompensa por serviços prestados nas lutas da Reconquista, ao longo dos séculos XI e XII. Esta realidade histórica permite compreender a predominância do regime senhorial no Noroeste português na região entre Douro e Minho, e no litoral até ao Mondego, onde um grande número de senhores sujeitou pela posse das armas e pelo exercício de poderes públicos uma numerosa massa de camponeses. O regime senhorial avançou depois para Sul do Tejo, através das concessões ás ordens militares, encontrando os maiores obstáculos na política de centralização régia e nas instituições concelhias, criadas ou preservadas pela concessão de cartas de foral.
Como nos demais reinos europeus, em Portugal a nobreza era uma categoria social privilegiada, distinguindo-se pelo exercício de funções politicas e militares, que faziam dela um auxiliar imprescindível da Realeza. Os reis governavam através dos nobres, que aparecem muitas vezes na documentação qualificados como fideles, os fiéis, e faziam a guerra com o apoio das suas armas e dos seus homens. O uso das armas e do cavalo, a posse de terras e a sua familiaridade com o poder davam-lhes uma enorme superioridade sobre o conjunto da população.
A nobreza como as restantes ordens sociais, não constituía uma categoria social semelhante. Na realidade integravam-na grupos ou classes com níveis de rendimento e até de estatuto muito diferenciados. Os ricos-homens, magnates conhecidos como nobres de pendão e caldeira – tinham o poder e a autoridade para arregimentar sob o seu estandarte cavaleiros e peões e os meios para os sustentar no decurso de uma campanha militar, aproveitaram as acções militares da luta contra os mouros para conquistar os favores dos reis. A quem se encontravam ligados pelo sistema de vassalidade, para obter imunidades, enriquecer e transformar-se no grupo mais importante de entre os nobres. Abaixo destes homens-ricos situava-se um grupo muito mais numeroso de aristocratas terratenentes que, na sua maioria, descendiam das antigas famílias de homens livres dos períodos romano, suevo e visigodo, os infanções (nobres de nascimento) e ainda uma nobreza que vivia fundamentalmente do serviço militar e que era constituída por cavaleiros e escudeiros.
A nobreza senhorial vivia da terra e das rendas dominiais, conjunto de bens em espécie, dinheiro ou serviço, que cobrava aos camponeses que cultivavam as suas propriedades (as honras) e sobre os quais exercia uma jurisdição limitada. As honras beneficiavam de um conjunto de privilégios e imunidades muito favoráveis para os seus titulares, como o direito de proibição de entrada a funcionários régios, a isenção do pagamento de impostos e a autonomia judicial e administrativa. No entanto, a Realeza manteve sempre o controlo sobre o poder senhorial, reservando para si determinados direitos, como a justiça maior (pena de morte ou corte de membros), ou mesmo combatendo-o abertamente.
* Refere os principais privilégios e imunidades do poder senhorial
Como nos demais reinos europeus, em Portugal a nobreza era uma categoria social privilegiada, distinguindo-se pelo exercício de funções politicas e militares, que faziam dela um auxiliar imprescindível da Realeza. Os reis governavam através dos nobres, que aparecem muitas vezes na documentação qualificados como fideles, os fiéis, e faziam a guerra com o apoio das suas armas e dos seus homens. O uso das armas e do cavalo, a posse de terras e a sua familiaridade com o poder davam-lhes uma enorme superioridade sobre o conjunto da população.
A nobreza como as restantes ordens sociais, não constituía uma categoria social semelhante. Na realidade integravam-na grupos ou classes com níveis de rendimento e até de estatuto muito diferenciados. Os ricos-homens, magnates conhecidos como nobres de pendão e caldeira – tinham o poder e a autoridade para arregimentar sob o seu estandarte cavaleiros e peões e os meios para os sustentar no decurso de uma campanha militar, aproveitaram as acções militares da luta contra os mouros para conquistar os favores dos reis. A quem se encontravam ligados pelo sistema de vassalidade, para obter imunidades, enriquecer e transformar-se no grupo mais importante de entre os nobres. Abaixo destes homens-ricos situava-se um grupo muito mais numeroso de aristocratas terratenentes que, na sua maioria, descendiam das antigas famílias de homens livres dos períodos romano, suevo e visigodo, os infanções (nobres de nascimento) e ainda uma nobreza que vivia fundamentalmente do serviço militar e que era constituída por cavaleiros e escudeiros.
A nobreza senhorial vivia da terra e das rendas dominiais, conjunto de bens em espécie, dinheiro ou serviço, que cobrava aos camponeses que cultivavam as suas propriedades (as honras) e sobre os quais exercia uma jurisdição limitada. As honras beneficiavam de um conjunto de privilégios e imunidades muito favoráveis para os seus titulares, como o direito de proibição de entrada a funcionários régios, a isenção do pagamento de impostos e a autonomia judicial e administrativa. No entanto, a Realeza manteve sempre o controlo sobre o poder senhorial, reservando para si determinados direitos, como a justiça maior (pena de morte ou corte de membros), ou mesmo combatendo-o abertamente.
* Refere os principais privilégios e imunidades do poder senhorial
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
TESTE
ESTRUTURA / COTAÇÃO
GRUPO I
1- 35 pontos
2- 35 pontos
3 -60 pontos
GRUPO II
1- 40 Pontos
2- 30 pontos
Objectivos:
- Localizar o espaço imperial romano.
- Reconhecer o carácter urbano da civilização romana.
- Explicar a importância assumida pelo imperador como elemento de coesão política.
- Salientar a riqueza e a utilidade do direito.
- Interpretar a extensão do direito de cidadania romana como processo de integração da pluralidade de regiões no Império
- Distinguir formas de organização do espaço nas cidades do Império, tendo em conta as suas funções cívicas, políticas e culturais
- Desenvolver a sensibilidade estética através da identificação e da apreciação de manifestações artísticas do período clássico.
- Identificar na romanização da Península Ibérica os instrumentos de aculturação das populações submetidas ao domínio romano.
- Características do Cristianismo e difusão
- Avaliar o papel da Igreja como transmissora da cultura clássica
- Evidenciar o fim da época clássica
GRUPO I
1- 35 pontos
2- 35 pontos
3 -60 pontos
GRUPO II
1- 40 Pontos
2- 30 pontos
Objectivos:
- Localizar o espaço imperial romano.
- Reconhecer o carácter urbano da civilização romana.
- Explicar a importância assumida pelo imperador como elemento de coesão política.
- Salientar a riqueza e a utilidade do direito.
- Interpretar a extensão do direito de cidadania romana como processo de integração da pluralidade de regiões no Império
- Distinguir formas de organização do espaço nas cidades do Império, tendo em conta as suas funções cívicas, políticas e culturais
- Desenvolver a sensibilidade estética através da identificação e da apreciação de manifestações artísticas do período clássico.
- Identificar na romanização da Península Ibérica os instrumentos de aculturação das populações submetidas ao domínio romano.
- Características do Cristianismo e difusão
- Avaliar o papel da Igreja como transmissora da cultura clássica
- Evidenciar o fim da época clássica
terça-feira, 16 de novembro de 2010
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